"arte revolucionária deve ser uma mágica capaz de enfeitiçar o homem a tal ponto que ele não mais suporte viver nesta realidade absurda" GLAUBER ROCHA
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2005
Capítulo 3
Quando chegaram na festa já era 1h da manhã. Sem vontade alguma de estar lá, agarrou o primeiro copo contendo algo alcoólico, sentou-se em um sofá do canto e lá ficou a pensar em tudo o que acontecera. A festa estava cheia. A casa era de um amigo seu, mas tinha muita gente ali que ele nunca tinha visto. A música alta, pouca luz, gente quase caindo em seu colo, um casal do seu lado se abraçando e se beijando, nada atrapalhava seus pensamentos. Nem notava nada ao seu redor, apenas seu copo. Pensava em tudo, no que deveria ter feito no que não deveria ter faldo, porque deu tudo errado, tentando achar um culpado, um motivo... E não conseguia chegar a nenhuma conclusão. Seus amigos o acharam e o chamaram pra dar uam volta. Não queria. Levantou, pegou outro copo e voltou a sentar-se.
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Um comentário:
Lembrei de uma cena....
iaUHAiuHAiuHAiUAH
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